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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sacudindo a poeira...


Psiu, tem alguém aí ainda?

aliás, quando coloquei "psiu" no google pra procurar a imagem, me dei de cara com o programa de silêncio urbano da prefeitura de São Paulo, gente, juro que não sabia que isso existia, seguida de uma música lá do Michel Teló, mas isso eu preferi apagar da minha mente, puf, já era.... aoooun


Então people, sou eeeu, voltei, há!
"Eeeu volteeei, e agora acho que não é pra ficar, porque aqui, aqui é meeeu lugaaar"
(btw, odeio Roberto Carlos, não sei porque, mas tem algo nele que me irrita, acho que talvez possa ser minha necessidade vital em ser do contra mesmo)
Ui que sexy! É gente, depois colocam a culpa no pobre do Fiuk, a moda Gola-V-Pelinhos-do-Peito-Aparecendo, já veio de muuuito antes...


Na verdade eu não sei se voltei mesmo, o fato é que estou aqui, em plena segunda-feira (ou terça-feira, sei lá, eu nunca sei o dia exato nessas para das de madrugada, o fato é que: se eu não dormi, o dia não mudou ainda, caramba!)
eu


com uma insônia que me persegue, não tenho absolutamente naada pra fazer (ok, talvez eu pudesse estar estudando, afinal estudar é algo que seempre ta lá né, aqueles livrinhos te encarando de uma maneira mórbida e ameaçadora e tal), com pensamentos brigando por espaço em minha mente

Procurei no google, mas não achei de jeeito nenhum o nome pra quem tem fobia a livros, acho que deve ser "preguiça" mesmo...

*aliás, outra coisa boa a se desabafar aqui,  porque gente, eu não sei com vocês, mas comigo é assim, durante o dia inteeiro, eu simplesmente almejo, sonho, desejo com todas as forças de minha desgastada alma – momento Paola Bracho – a hora na qual não precisarei pensar em NADA, fazer NADA, aí quando esse momento finalmente chega, eu deito em meu confortável travesseiro branco, na minha caminha branca, no meu quarto de paredes azul bebê 
já viram o "quarto do pânico"? pois é, esse era pra ser o "quarto da calma/depressão/provável suícídio causado pela dificuldade em arranjar energias para viver a noite", FAIL!


(gente, juro, apelei pra cromoterapia, meu quarto é a depressão e calma na terra,  e vou falar uma coisa, cromoterapia e aquela superstição da sua avó de não deixar o “chinelo” virado senão alguém vai morrer, tem a mesma influência na vida das pessoas, vulgo, NENHUMA, mas eu continuo seguindo as duas crenças da mesma forma, porque enfim, vai que... né... *medo do chinelo)

aaai Deus, só de ver já dá uma angúustia!

 aonde eu estava mesmo? me perdi... Ahh, o quarto azul bebê, enfim, eu deito no meu quarto que era pra ser o recanto dos sonolentos, olho pro teto e.... do NADA, tipo brotam pensamentos aleatórios em minha cabeça, surge uma hiperatividade de neurônios nunca d’antes vistas galera...



 é uma parada muito tensa, eu lembro desde aquele livro que eu ganhei há 5 anos atrás e nunca li, até em como eu vou arranjar aquele sapato adequado pra não parecer ridículo com o vestido colorblock que eu quero comprar (gente, não me perguntem de onde surgem essas expressões fashionistas, que eu juro que não sei, é uma criatividade, que deus me livre hein, devem ser as mesmas pessoas que criam aqueles nomes de esmalte tipo “Penélope”, ou “Volúpia”, ou “Terezinha” –ok, o último eu aloprei, mas é só pra mostrar a “randomicidade” das coisas- , pra cores simplesmente vermelhas -¿-)

quem é o ser humano que acha que "noite quente" é sinônimo de roxo? Gente, vocês já viram alguma noite quente roxa? É tipo a noite quente de Marte né, só se for!


Enfim, acho que sou tipo aqueles grandes artistas cuja inspiração surgia nas madrugadas ociosas e blábláblá, só que a minha diferença pra eles seria que eles pensavam em coisas úteis e geniais (ou em apenas rabiscos também randômicos sobre telas mesmo), enquanto eu penso em coisas que nem inter-relacionadas estão, é uma coisa até meio bizarra sabe, medo de mim, além de eu também não ter nenhum talento artístico ou coordenação motora, isso também talvez seja um fato eu me diferencia dos grandes artistas...

ou não né...


Cara, juro que não tomei nenhum alucinógeno, é só a minha mente insone mesmo tá? Mas voltando a justificativa pela qual estou aqui de volta: No meio desses meus pensamentos completamente randômicos e inúteis, lembrei que, Rá!, eu tenho um blog, e que eu gostava de escrever nesse blog, que aliás havia épocas nas quais eu escrevia todo dia nele,  eu tinha tipo a hora “inspiração” do dia, na qual eu sentava em frente do notebook, meditava, elevava meus pensamentos ao nível de Brahma (o Deus, não a cerveja ta? Seus pinguços sem cultura, rum), e com a inspiração do mesmo, escrevia...



Ok, ugly truth, na real eu sentava quando chegava da faculdade e escrevia qualquer merda que me vinha à cabeça mesmo (droga, isso me pareceu bem menos nobre...)

Ok, pena que na minha Ugly Truth eu não sou a Katherine Heigl, e não tem nenhum Gerard Butler na minha vida, aaai Gerard...


Enfim, o fato é que eu senti saudade e resolvi escrever aqui, tipo pra ninguém mesmo, afinal os poucos leitores que eu tinha, desistiram de mim né, depois de quase um ano de esquecimento, enfim, escrevo à ti, ooooh Brahma (gente, juro que não uso drogas)


Ok, escrever não está fazendo muito efeito contra minha falta de sono, acho que vou recorrer ao bom e velho dramin mesmo, gente, juro, me acho suuper drogada tomando essas coisas pra tentar forçar o sono, tomo com um peeeso na consciência... sou uma covarde mesmo né?

vinde a mim amigooo S2

                                                                           

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O SHOW

Hi People!
Não vou nem mais me desculpar por não postar frequentemente, porque já tá ficando repetitivo isso, e quem manda nessa porra sou eeeu, eu posto quando eu quiser!


MUHAAUHAUHAHUA

Brincadeira, falando nisso, toda vez que eu olho o BlogCounter aqui do blog (o contador de visitas), eu me surpreendo, acho tão bonito isso, mesmo eu tendo passado meses sem postar, as visitas aumentaram, eu tenho uma média de 50 acessos únicos (por IP) por dia, olha que bonito gente, cinqüenta pessoas desocupadas lêem isso daqui (ou passam aqui pra ver se eu resolvi tomar coragem pra escrever algo) diariamente! Cara que lindo, me sinto até útil pra algo, nem que seja pra ocupar os minutos ociosos dos dias das pessoas nos quais elas estão dispostas a ler qualquer merda coisas random na internet. =D

Entonces, continuando.
Como já lhes contei, o motivo real pelo qual me despenquei daqui do meio da selva amazônica

"Ôoooooooooooo"
Tarzan Feelings
(tá gente, EU SEI que o Tarzan é na África, mas o que vale é a intenção e mato pra mim é tudo a mesma coisa)


Até a selva de pedra de São Paulo, agüentando dias de intenso martírio e zicas, foi o show do lindo, fofo, melhor músico de todos os tempos, Paul McCartney, beleza né.
Mas o que eu não contei foi quão difícil foi conseguir ver aquele microscópico pontinho branco há uma distancia gigante no estádio do Morumbi.

Olha como eu estava peeerto do palco gente, do ladiiinho do Paul! #NOT

Primeiro que pra comprar o ingresso foi um martírio né, 2872739873 pessoas tentando comprar um número limitado de ingressos não foi algo muito bem sucedido, resultado, consegui ingresso só pro segundo dia, na Cadeira coberta Premium (a pista Premium acabou tipo, em 5 minutos), INTEIRA, porque a Ingresso.com simplesmente tava vetando a inteira (btw, fica a dica aí gente, “operação inválida, tente novamente”, pra ingresso.com = “volte lá e compre uma inteira seu estudante pobre de merda”). Beleza, depois de madrugar na frente do computador, vulgo, nem dormir né, consegui comprar o bendito do ingresso, aí chega na hora das opções de entrega, basicamente não entregavam o ingresso via correio pra esse fim de mundo que eu vivo, olha que beleza, só restava pra mim a retirada na bilheteria.

Droga ¬¬

Tá, até aí você deve estar se perguntando: “Sim, quê que tem? deixa de frescura, tá com preguicinha de ir lá na bilheteria e tirar o ingresso? te manca!”

Ok, essa foto me dá agonia


Mas não gente, é que eu tenho um certo trauma com retiradas de ingresso, vide post do show do Oasis, eu basicamente tive que implorar e vender minha alma (exageros dão emoção à história) pra conseguir entrar no show, porque eu não sabia que era necessário apresentar o cartão de crédito com o qual você efetuou a compra online.

Só a tapada da kamyle (e o Feijão e a Maria) mesmo pra não ver as instruções de retirada do ingreso né, duuh


Mas beleza, pensei: “não, dessa vez já estou escolada, sou macaca velha, vai dar tudo certo, já sei tudo que eu tenho que fazer”.

"Pelos poderes de grayskull, eu tenho a força! háa"
Não lembro de nenhum bordão da She-ra, então vai o do cocoto dela, He-Man mesmo

Comprei no cartão de crédito da mamãe, óbvio, afinal, melhor tirar 600 reais do cartão de crédito dela do que do meu pobre limitado meio de sobrevivência (musiquinha de pena pra kamyle por favor).


Ok, pensei eu, “ela não vai ficar sem o cartão de crédito dela né, muito menos viajar sem ele, até pq ela usa bastante esse cartão, aí chegando na bilheteria, eu vou com ela, apresento tudo direitinho, e fim né, vou pegar meu ingresso eser feliz, êê!”



NOT!

Não tão facilmente assim, minha cara kamyle, Muahahahahh

Flora feelings

Chego em São Paulo ma terça a noite, quarta feira antes de fazer qualquer coisa vou falar com minha mãe: “Oh mãe, tu sabes do problema que deu no show do Oasis daquela vez né, então vamos logo hoje buscar o ingresso, que eu tenho medo de ir na hora e dar errado”
ela então prontamente me diz: “claro minha filha, vamos lá”
“Ok mãe, vou imprimir o voucher da compra, cadê o teu cartão do Unibanco?”
“Que cartão do Unibanco minha filha?”
“Ué, aquele mãe, que eu tenho o número comigo, pra emergências”
“ahh, aquele que o Itaú comprou e me mandou um cartão novo, aí eu picotei e joguei no lixo?”


NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOOO
Tudo menos isso!

Sabe zica? Aí sabe o cúmulo extremo chuck norris da zica? Pois é, é isso, o cartão que você tem como o cartão mais seguro de todos, o que sempre vai ter limite, o que sempre vai estar lá na linda segura e confortável carteira de sua mãe, com validade até 2014, simplesmente virar picote no lixo do seu banheiro em MANAUS (pq se fosse no do hotel, não tenha dúvidas que eu já tava lá bombando com uma super bonder catando os pedaços), e o pior, nem o cartão do Itaú que substituiu o do Unibanco ela havia levado com ela, pq parece que não enviaram a senha a tempo, e ele seria inútil sem a senha.

Resultado
Estava eu fudida e sem ingresso, sendo que no voucher tinha uma parada tipo em letras garrafais: “INDISPENSÁVEL APRESENTAR O VOUCHER JUNTAMENTE COM DOCUMENTO COM FOTO E O CARTÃO DE CRÉDITO COM O QUAL A COMPRA FOI EFETUADA”.
Fudeu Manaus!


Momentos de desespero, liguei pro Itaú, pro ingresso.com, pro Papa, enfim, nada adiantou, e a mulher da ingresso.com simplesmente repetia a seguinte frase com aquela voz de gás hélio “sinto muito senhora, mas sem o cartão não é possível a retirada dos ingressos ser feita”
“mas eu fui brutalmente assaltada, roubaram minha bolsa com o cartão, eu não tenho como tê-lo de voltaaa – *voz de choro”
“sinto muito senhora, mas sem o cartão não é possível a retirada dos ingressos ser feita”
“mas e aí? eu nunca vou pegar meu ingresso?”
“sinto muito senhora, mas sem o cartão não é possível a retirada dos ingressos ser feita”


PQP, acho que eles já deviam ter feito uma gravação no modo “clientes chatos que perderam a merda do cartão”, só apertavam nisso até eles cansarem de chorar, ou então caso isso não ocorresse, a ligação caísse misteriosamente (não preciso nem dizer que isso foi o que aconteceu comigo né, afinal sou brasileira e não iria desistir nunca de mendigar piedade).



Foi aí que minha mãe disse: “Ah kamyle, vamos lá na bilheteria retirar esse negócio, se não aceitarem a gente faz um escândalo, eu digo que sou a dona do cartão, chamo o advogado, já to processando uma empresa mesmo, o que me custa processar outra?”
Hhuahuahuahuauha
Mamãe é MARA!
mamãe

Lá fomos nós então, cheguei na bilheteria mais crisada do que sabe deus o quê, olho pra cara da mulher, ela diz: “voucher e documento com foto por favor”, eu com as mãos trêmulas entrego, fim, ela pegou meu ingresso e me deu!
Aleluiaa
Foi um milagre gente, lindo!
Quase chorei
Só não chorei de emoção pq estava angustiada demais com a mamãe me cutucando pelas costas com uma cara alegre de “háaa, enganamos a mulher, olha aíi”, dando aquelas piscadinhas nada discretas ¬¬.
Ok, mamãe é Mara, mas é uma péssima atriz!

Mas sério, dei muita sorte, geralmente dizem que a ingresso.com pede TUDO, identidade, CPF, cartão, certidão de nascimento, a tabuada nos nove, enfim, muito tenso.

Pessoas preenchendo o questionário da ingresso.com para a entrega dos ingressos


Enfim, finalmente chegou o dia do Show, íamos, eu a Larissa, a Maria, e a família inteira dela (pai, mãe e irmã), mas com a Maria & família encontraríamos só lá dentro mesmo (me senti tão órfã sem família hhahaahh). Ok, saímos bem cedo do hotel, tipo 5 da tarde, sendo que o show começaria as 21h, Caramba, o que era aquiloo, era gente que não acabava mais, uma fila ia se juntando com a outra, era um formigueiro humano, o samba do crioulo doido.

SEM BRINCADEIRA
era isso, foi essa foto é na fila do show, imagina você se achar aí no meio, descobrir que fila é qual, e o meu portão era o ÚNICO que não tinha essa plaquinha indicativa

Nós achávamos que os portões abririam às 15h, então quando chegássemos não haveria mais toda aquela fila, mas não, as 18h ainda não tinha nada aberto, só aquele mundo se gente acampada há 6 dias ali com umas barracas, e aquela catinga liinda de quem tá há 6 dias no sol fazendo xixi num balde. Ô beleza hein... de boa, eu gosto do Paul, mas pra tudo tem limite né, e higiene pessoal é uma coisa bem legal na minha opinião oO


Neguinho fez até documentário oO
Na real eu acho até bem legal essa parada da vibe de pessoas com a mesma paixão com você e tal, quando eu e a larissa fomos buscar o ingresso dela na véspera, vimos tudo isso,o pessoal unido cantando "hey Jude", uma vibe muito boa,  mas sei lá, é muito tenso né


Não é nem preciso dizer que eu me perdi né, eu e a Larissa fomos quase o Vanderlei Cordeiro de Lima, com direito até ao doido que empurra (no caso foram vários doidos que empurram)



Fizemos A maratona, rodamos duas vezes o Estádio do Morumbi,  atrás da fila do nosso setor, sem sucesso, simplesmente ninguém sabia informar aonde era, (inclusive aquelas pessoas com a blusa escrito “INFORMAÇÕES, posso ajudar?”, aliás, essas eram as pessoas mais perdidas alí, acho que elas foram só pra ver o show de graça mesmo) quando terminamos a segunda volta, os portões já tinham aberto, e a fila havia sumido, só tinha a entrada do nosso setor deserta, zero fila. Nunca iremos saber se realmente não havia fila por ser um setor pequeno, ou se ela sumiu enquanto descíamos (e subíamos) a rua da ladeira, vale salientar, na chuva.


Sá marina feelings
(não curto muito Ivete não, mas foi a melhor versão que achei, sou DOIDA por essa música, desde que eu me entendo por gente aliás, sabe-se lá pq oO)


Chegamos lá, acampamos praticamente com os nossos kits de sobrevivência,e pronto, bastou esperar o show começar, tudo muito lindo, tudo muito bem, até que, lógico, lugar aonde eu estou, nunca pode ser tranqüilo calmo e pacífico. Tinha cada pessoa bizarra ali, que pqp. Primeiro uma senhora na minha frente que começou A revolução com uma galera que chegou tarde, não pegou cadeira boa e resolveu sentar no chão na frente dela, ela organizou tipo um movimento, só faltou acender umas tochas, enfim, bem inquisição feelings mesmo, mas não adiantou nada, ela teve que engolir a galera, e assistir o show de boa.




Show lindo e perfeito, como já disse aqui 635382 vezes, o Paul é o vovô mais fofo, talentoso e cocoto de todos os tempos, três horas de um show impecável, eu tava tãao empolgada, mas tão empolgada, que baixou o santo em mim, a galera do meu setor era basicamente composta pela terceira idade né, por ser um setor relativamente caro e coberto, eu levantava e pulava, puxava a “ola” no meu setor junto com o povão da arquibancada, cantava efusivamente, enfim, parecia um pinto no lixo


meu setor é o pequeninho alí embaixo da arquibancada, ele não pulou a ola nesse dia pq eu não estava lá táa, pq no dia seguinte, eu tava tão hiperativa que fiz a galera tooda pular

Nem o bonecão do posto doido na minha frente atrapalhou minha alegria (sério gente, o que era aquilo, passei o show sendo quase atingida por um bastão piscante na mão daquela mulher na minha frente, pelo amor de deus, ela não sabia fazer movimentos coordenados, e acho que ela não possuía a articulação do cotovelo, ela tipo se empolgava, balançava os braços e saía batendo em todo mundo, se a galera não fosse muito sagaz, ia terminar o show, ela olharia ao redor, aquele círculo de pessoas jogadas no chão atingidas pelo bastão assassino).

"Bonecão do posto assassino, tá maluco, tá doidãao"

Mas enfim, é isso, tem mais coisa, mas chega de escrever, dei uma resumida básica, e foi assim que assisti o show do vovô mais foda do mundo! *.*


Oolha que bonitinho o video que foi postado no facebook oficial dele agradecendo o Brasil e a Argentina, ainda com o fundo da música que ele fez pro John... fofo né?

P.s. desculpa a quantidade absurda de vídeos que eu coloquei hoje, tô exgerada e empolgada com a velocidade da minha internet que aumentou hahahahaah

beijos,

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Desventuras em Sampa - Parte IV

Oi galera,
Foi mal a demora, mas não esqueci de vocês nãao, é que nesses últimos dias tive uns probleminhas técnicos, incluindo uns trabalhos que me sugaram a alma, e uma seleção pra estágio fail, que depois quando eu estiver sem assunto para postar aqui, eu conto pra vocês.


Entonces, prosseguindo, parei no meu dia de romeira carregando cruz vela por quilômetros (sim, sou exagerada, dá licença?) a fio, certo? (ainda bem que já possuo uma certa experiência em segurar vela, vide post do show do Oasis, já sou quase uma mestre no assunto, portanto não foi uma tarefa lá tão desconhecida e árdua para a minha pessoa... ou não, mas que seja).


Estava eu dando pulinhos espirituais de felicidade pelo fato de finalmente ter cessado minha saga de peregrina por shoppings, santuários, lugares obscuros de predominância asiática, entre outros, pensando: “ÊE, amo minha mãe e meu irmão, mas até que enfim eles voltam pra Manaus, a Larissa chega, a gente vai lesar, e eu não vou precisar andar, uhuul”

Garfield feelings

Ok, minha mãe indo para o aeroporto, resolvo eu ligar para Larissa (Larissa nunca fura gente, quê isso... #NOT), afinal fazia uns dias que eu não falava com ela, e o que estava certo é que no sábado minha mãe viajava as 9 e ela chegava às 10AM, ela não atende, ok, desespero feelings, já era pra estar no taxi vindo pro hotel me encontrar naquele momento. Entro então no MSN, quem estava? quem? quem? A LARISSA! ¬¬

“Kamyleee, nem te conto, eu só chego amanhã, confundi as datas!”
Por que ainda me surpreendo hein?
Ok, tratando-se da Larissa, eu já estava dando graças a deus por ela ter só confundido a data, e não ter desistido de ir totalmente e me deixado lá iludida e abandonada.

Maria mijona feelings

Então, lá estava eu, me restava ficar sozinha no hotel o dia inteiro, comendo, dormindo,  na internet e vendo TV. Cara, ta aí algo que me deixa extremamente cabreira, quando a gente tem MIL coisas pra fazer, simplesmente deitar e ver TV é a coisa mais divertida e prazerosa do mundo, sério, é um prazer indescritível que eu sinto ao simplesmente lesar, do nada começam a passar os programas mais legais que você queria ver há séculos, você tem mil fofocas assuntos MEGA interessantes pra falar no MSN com 5.654 pessoas e tudo é estranhamente legal e hipnotizante. 


Mas quando você não tem absolutamente nada pra fazer e só quer gastar seu tempo em algo inútil, é incrível, só tem programa merda na TV, ninguém, tipo, absolutamente ninguém (a não ser aquele cara pé no saco que brota do nada pra falar bullshit com você nas horas mais inapropriadas) lembra da sua existência no MSN, ou seja, você é chutada pelo universo, sério, pelo menos comigo é sempre assim.

Autista feelings (versão maria chiquinha)

Daí eu, completamente tomada pelo tédio que consumia até minhas mais profundas estruturas vitais (nossa, que profundo isso), tenho a brilhante idéia de ver as novas coleções das lojas que eu gosto na internet. Ê, isso, com certeza ia ser interessante, né, há séculos que eu não tinha meu surto fútil de ficar vendo roupa na internet. 
Gente, não tem nem perigo, TODA mulher tem seu lado fútil, por mais que ela tente esconder isso com todas as suas forças.... já eu não faço tanto esforço pra esconder não, falo mesmo hahahah

Ok, isso é muito legal, quando você tá em Manaus, e o máximo que pode fazer é esperar a loja multimarcas (única na cidade btw) trazer algumas peças, você ir lá, escolher algumas, nunca ter o seu tamanho (de boa, NUNCA tem meu tamanho nas peças que eu quero, é revoltante, saio de mãos abanando e lágrimas nos olhos – tá, to exagerando, não sou tão fútil assim), mas quando você está em São Paulo, e sabe que tem lojas de todas essas marcas há algumas quadras de você, numa variedade absurdamente surreal pra uma habitante de Manaus, é desesperador. 
eu experimentando roupas em manaus
Free Willy feelings

Resumindo, tive um surto consumista (mesmo depois de ter passado 4 dias basicamente dentro de shoppings com minha mãe), peguei o táxi amigo, e lá fui eu futilizar (tá, eu sei, essa palavra não existe ¬¬) no Vila Olímpia (acho que foi o único shopping que eu não tinha ido com a mamãe).
Cara, eu fui tão empolgada, mas tão empolgada, que parecia aquelas muambeiras sabe? que compram de quilo no Brás, eu fui pegando tanta coisa, mas era tudo tão lindo, e tão no meu tamanho, emocionei-me.

Olha a Susan Boyle Kamyle aeee gente!


Mas tipo, como eu compro aqui, sei mais ou menos o preço das peças, então mesmo sem preço na etiqueta, fiz aquela médiazinha básica né. Geentem, cheguei no caixa, jurando que tava fazendo A pechincha... fiquei broother da vendedora, já tinha preenchido meu cadastro inteiroo, sabe naquele momento que você já entregou o cartão de crédito e já não tem como voltar atrás, a mulher me diz o preço.

vendedora e eu, best friends forever

Pan Pan Pan Pan


Kamyle em choque.
Morri
Sabe o momento da execução, o carrasco tá lá já, você com o capuzinho, só falta soltar a cordinha, não tem mais o que fazer?
Joana D'arc feelings

Então, foi tipo isso
Foi MUITO tipo isso aliás, momentos de desespero, não tinha mais o que fazer, só se eu pegasse o cartão da mão dela e saísse correndo gritando “socorro, tão tentando me assaltar!”


Resultado. Fali!

Fali da forma mais completa e plena que se pode falir, de boa, choquei.
Só pra ter uma noção da parada, eu paguei 400 reais por um vestido de XITA.
Xita não, era quase uma estopa aquilo ali, eu até peguei pensando “ahh, esse vestido é bonito, e deve ser baratíssimo, olha esse tecido que peba! Super levarei!”.

Não achei a foto dele, mas é basicamente o vestido da esquerda com a manguinha e o decote canoa da blusinha da direita.
Portanto se vocês avistarem esse vestido em alguma arara, corram gente, é CILADA!

O mais engraçado foi quando o usei ontem, minha mãe olhou e disse: “nossa minha filha, esse vestidinho é bonitinho, mas que tecido mais vagabundinho, na primeira lavagem você já sabe que já era né?” * Momentos de desespero.


Ok, esse foi só o que mais me chocou, prefiro não comentar do resto, senão eu tenho uma crise aqui de novo, ainda bem que o mês já acabou e meu orçamento já vai se renovar, obrigada papai do céu, mamãe e papai.



Então, passada minha falência, Larissa finalmente chega, e depois de um dia extremamente ocioso, fomos pegar seu ingresso do show, o meu, graças a deus eu já tinha pego.

Ok, meu tempo acabou, 763827 coisas pra fazer, hoje o post foi fútil mesmo, amanhã eu continuo.

Beijos

domingo, 28 de novembro de 2010

Desventuras em Sampa - Parte III

[continuando...]
Cilada 2 – Romeira por um dia

Repórter Romeira por um dia

Sabe aquela velha história de que quem não tem mais o que fazer resolve arranjar sarna pra se coçar? Pois é, mais pura verdade, e algumas vezes ainda envolve outras pessoas na furada, lindo isso.
Explicá-los-ei a parada, seguinte, ano passado, minha santa e querida mãezinha (tá vendo mãe, como eu falo  bem de ti? - o Gabriel foi falar pra ela do blog e agora ela quer ver ¬¬) resolveu entrar numa jornada para dentro de si mesma e ir a uma viagem espiritual juntamente com minha tia, ao santuário de Aparecida, olha que lindo, olha que bonito, olha que nobre, dei o maior apoio, disse “vai lá mãe, bonito isso, ir lá rezar e tal, orgulho de você, reza por mim aí”.



Lá foi ela na peregrinação lá, rezou, rezou, rezou e voltou (mamãe se amarra em rezar, nunca vi tanto prazer nisso, é bonito, mas pra mim não muito aplicável), mãaas, não contava eu com a astúcia de mamãe. Entro eu no avião indo pra São Paulo, assim que ele levanta vôo (parece que ela esperou o momento certo), e eis que minha mãe olha pra mim e solta: “Ah minha filha, nem te conto, na sexta a gente vai pra aparecida tá!?”.

"Para essa porra que eu quero desceeer!"



Como assim ninguém me avisa, esperaram o avião levantar vôo pra me comunicar isso? Que puta falta de sacanagem!

CI-LA-DA, na mais pura essência da palavra!

Gente, só pra salientar, eu sou católica ok? Acredito em Deus e tal, só não rezo com muita freqüência e assumo, não tenho muita paciência pra ir a missas, acho que existem outras formas de demonstrar nossa religiosidade além de rezar terços e mais terços e ir a milhões de missas, acho que a gente expressa isso através de atitudes na nossa própria vida, no nosso dia a dia. Mãas, minha mãe curte, então deixa ela né, quem sabe quando eu tiver a idade dela, aja da mesma forma, vai saber né.



Resumindo, mamãe quando foi lá ano passado fez uma promessa (sabe Deus pra quê *com o perdão do trocadilho heheh), de que ela iria voltar lá esse ano. Até aí tudo muito bom, até aí tudo muito bem, mas querer levar a mim e o Gabriel de gaiatos na promessa, aí não dá né. Mas como já citei nos posts anteriores, o mestre mandou, lá fomos nós, suuuper  felizes e empolgados. #NOT

nossa cara de disposição

Primeiro, acordar 6AM (tá, tratando-se de uma viagem com minha mãe, isso não é muita novidade, já estávamos até meio que acostumados, todos os dias esse era o horário no qual éramos acordados, pra podermos tomar o café da manhã do hotel – pra ela o café da manhã que era servido até as 10h, tinha que ser tomado por nós às 6h, que era a hora que abria, pq era mais legal, êê ¬¬ - e “aproveitar o dia” – que porra de aproveitar o dia, eu só queria dormir!), nos entupir de café da manhã do hotel, esperar o táxi, enfrentar uma viagem do cão agradabilíssima de 2:30h com um taxista bizarro até Aparecida.

É isso aí Marginal Tietê, assim que eu goosto #NOT

Ah, vale abrir um parêntese aqui para esse taxista da vez. Seguinte, a minha mãe morre de medo de ficar pegando taxis aleatórios pela rua, então nas cidades que ela vai com mais freqüência (SP e RJ), minha mãe já tem um motorista de confiança, que fica pra cima e pra baixo a levando pra todos os lugares. Beleza, precavido e sensato da parte dela não é? É, seria, se esse motorista dela de SP não fosse BIZARRO, ele já é motorista dela há um tempo, é motorista de uma galera de Manaus que vai pra lá aliás, ele bizarramente conhece até as ruas e endereços da cidade sem nunca ter estado aqui, mas como faz muito tempo que eu não vou a SP com ela, não o conhecia. Chego no aeroporto, ela diz: “Olha, o Joãozinho (vamos preservar o nome do coitado), está nos esperando, mas Kamyle, vou logo avisando, ele é meio ‘afetuoso’, mas é gente fina, confiável, só é meio grudento, mas nada excessivo.” Ok, isso já me deixou meio cabreira né, mas tudo bem, não vamos pré-julgá-lo né, coitado.

Minha cara de cabreira


Eis que desembarcamos e lá está Joãozinho, ele corre em nossa direção, e grita “Dona Tâniaaa!!” (O nome da mamãe eu não preservo não Muahah), ao invés de cumprimentá-la sei lá, com um aperto de mão ou um beijinho no rosto, não, ele a abraça, e dá um “cheiro” no cangote, fiquei uns 10 segundos parada olhando e pensando: “Que negócio é esse? Esse cara tá dando em cima da minha mãe? Olha o respeito aí rapá.” – esse foi meu momento macho alfa.

Pq se for pra eu ser um macho alfa, quero ser pelo menos um macho alfa com sex appeal né

Mas essa suspeita caiu rapidamente por terra quando ele repetiu a operação com meu irmão, chamando-o de “bielzinho”. Como assim cara? Nem eu tenho essas intimidades com meu irmão, o chamo de Gabriel e ponto final. Ou ele estava dando em cima da minha mãe e do meu irmão ou ele era um baiano disfarçado de paulista né, preferi acreditar na segunda hipótese, que no decorrer da viagem ficou cada vez mais convincente aliás.

Joãozinho espiritualmente

E eis que ele terminou esse “ritual de boas vindas” com minha mãe e meu irmão e veio em minha direção: “Kamyle né?” – sorrindo exageradamente.

Pan pan pan pan pan pan

Senti a mesma sensação que eu sinto quando minha avó Adélia vem me abraçar (ela tem algum tipo de crença de que abraçar seu neto com a maior força possível existente em seus músculos, esmagando os pulmões do mesmo, vai fazer a saudade passar instantaneamente, sério fico uns 2 minutos sem ar depois que ela conclui essa operação, é fofo da parte dela, porém perigoso oO). Fiquei uns dois segundos sem ação, e então com a minha sagacidade única, estendi a mão pra ele, pensando “ah, ele vai se tocar que eu não curto contatos físicos e dar aquele aperto de mão legal”. FAIL.

Meu sorriso estava tão sincero quanto o dessa nossa presidente eleita

Ele simplesmente ignorou minha mão estendida e repetiu a mesma operação comigo, não escapei do “cheiro”, senhor, mas que coisa mais bizarra.

Beleza, depois de ter me sentido estuprada cangotecamente (ok, essa palavra não existe, mas era pra significar que eu recebi um cheiro no cangote contra vontade, valeu a intenção), fomos ao hotel e de boa, mais nenhuma bizarrice da parte dele, ele ficava falando da mulher e dos filhos o tempo todo, o que me deixou até bem mais tranquila, a minha suspeita de ele ser algum tipo de maníaco por pescoços foi se eliminando gradativamente.


Ok, aonde estávamos?
Sim, então, indo pra aparecida com o taxista bizarro... Então, chegamos lá, geeente, que lugar grande, mas pensem em um lugar gigantesco, tipo Vaticano style, sério, até os pombos assassinos tinha (odeio pombos com toda a força da minha alma), era tão grande, mas tão grande que a cidade era basicamente construída  ao redor da basílica e do seu complexo gigantesco, e os carros não tinham acesso a ele, logo, o motorista nos deixou há uns 438764km da basílica, marcou de nos buscar 2:30h depois e pronto (acreditem, fomos lá só pra assistir a missa e voltar, CINCO horas de carro só pra ver uma missa).

de boa, lá ainda é beem maior, só que eu não consegui nenhuma foto que mostrasse tudo, mas essa parte aí do telhadinho, tem no mínimo o dobro desse tamanho que aparece aí, e só os carros do pessoal que trabalha lá que entram


Ok, normal, isso se não tivéssemos que caminhar desesperadamente por ali, sério, era tudo muuito longe, e o complexo ao redor da basílica era um “shopping de Deus” basicamente, de boa, não acho nem um pouco legal explorar a fé das pessoas dessa forma, tá que a economia da cidade vive disso e tal, e eu como uma tentativa de economista num futuro próximo devo entender isso, mas sei lá, é como se fosse uma “25 de março” só com artigos religiosos, e os devotos compram pra caramba, uma lembrancinha e tal tudo bem, mas ali já era exagero. Gente, vendiam até cruzeiro com a Santa. Tipo, como assim? A santa ia junto né, se afundasse, bye bye santa.



Beleza, fomos comprar uns tercinhos lá pra mamãe mandar benzer e dar de presente, quando eu vejo umas paradas gigantes, tipo uns “bambus”, juro, com o tamanho colado, tipo “1,70m”, “1,90m”, eu fiquei olhando e pensando: “Que negócio é esse?”.
Aí a mamãe vem dizer: “ah minha filha, isso é vela, é pq aqui em aparecida, se acende a vela do tamanho da pessoa”
Eu comecei a rir e disse: “Credo, e quem compra isso?”
Eis então que ela com um sorrisinho sacana retruca: “A gente!  Moça me vê três dessas velas aí que a gente vai acender, meninos, peguem as do tamanho de vocês”

Oo
Gente, que bizarro, a gente escrevia nosso nome completo na vela, e acendia lá no santuário ou sabe lá o nome daquilo, era muuuuita vela assim, todo mundo realmente acendia, é tipo a moda de aparecida, uma vela do seu tamanho, uhuul, que revolucionário, e eu achando que a que eu acendi pra Santo Antônio na Basílica dele em Pádua era grande, que eu tinha dado A puxada de saco no santo, que ingênua eu fui...

sério, eu achava esse vela muito grande

Nada, se eu tivesse levado uma de 1,70m, duvido se ele não tinha me atendido rapidinho.

Essa siim!
Gente, pra mim isso não é uma vela, é uma vara de pescar!
Já sabe galera, essa é a onda!

E o pior é que agora eu nem sei se vai funcionar  ou não, pq eu ultimamente ando com umas ondas de não saber o que pedir, acho que isso é um bom sinal né? Significa que minha vida está boa, graças a Deus, então na pressão do momento eu só agradeci mesmo... oO

Então, carreguei aquela vela, andando, andando, andando, até chegar lá no negócio, depois ainda fiquei com o Gabriel passeando enquanto a mamãe rezava o terço, até que enfim começou a missa (lá tem missa de hora em hora, assistimos a do meio dia, uma beleeza, todo mundo com aquela cara de foome, que não tinha almoçado ainda)



Muito bonita a missa e tal, mas o melhor é a “bênção” do final, o padre já “macaco velho”, sabendo que a galera morreu de comprar lá no “shoppingzinho da santa”, muito prático pra não ter que benzer de um por um (imagina, ele reza missas de hora em hora, todas lotadas de gente com coisa pra benzer, coitado né), ele já diz: “Hora da bênção, quem tiver algo para benzer, por favor levante o objeto que será abençoado”, aí todo mundo levantando fotos de familiares, a mamãe levantando os terços que ela tinha comprado, eu não levantando nada, pq a minha vela eu já tinha acendido, aí me vem o Gabriel, puxa a carteira do bolso, me cutuca, dá aquela piscadinha e diz: “vou abençoar é a minha carteira”, e levanta com tudo correndo lá pra frente. Ok, eu tendo crises de riso da “praticidade” do Gabriel no meio da missa, não foi algo muito legal, a partir daí, nada demais, só aquele “banho” de praxe de água benta e pronto, saí de lá com o cabelo digno de um dilúvio bíblico, de tão encharcado.

Noé feelings


Isso como se não bastasse o almoço, caara, sério, eu não imaginava que fosse tão assim, era taanto romeiro, mas taanta gente, que não tinha lugar na praça de alimentação pra almoçar, e tinham uns pombos tomando conta do lugar, uma parada tensa, comemos no Mc Donald's por ser o único lugar "confiável" pra comer e mesmo assim pq estávamos quase desmaiando de fome, ainda mais depois de toda aquela peregrinação, tudo era ladeira naquele negócio, nunca vi. 

Veneza feelings
Gente, sério, até hoje, se falarem de veneza pra mim, a primeira imagem que eu tenho é essa, só que a atacada pelos pombos era eu, traumatizei. Eca, que nojo!

E o pior, eu morta de me queixar de ir andando aquilo tudo, aí quando olhava pro lado, tinha uma galera fazendo o mesmo percurso que eu, só que de JOELHOS.
Geente, era uma passarela enoorme, gigantesca, depois umas ladeiras gigantes, e aquele sol de meio dia, e a galera lá, de joelhos e com o terço na mão, de boa, queria ter essa fé... ou não, sei lá. oO

Sério, tem gente que anda essa passarela inteeira de JOELHOS


Ok, o show do Paul fica pra amanhã, cansei de escrever =x hahaahh
Beijos me liga,

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